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Chương 7 A Conclusão de Amanda

Hariel não se aguentara, acendeu um cigarro, estava totalmente eufórico, não estava domando mais seus sentimentos, contam algumas moedas e vai até a rua comprar uma garrafa de whisky.
Separa as notas.
Entra no comercial, nota um tumulto crescente, já percebendo das possíveis causas ali.
Apercebe também, que só ele tinha dinheiro e o tumulto naquele comércio era os fregueses pedindo mantimento, pois o dinheiro no mundo havia sumido, escolhe qualquer garrafa da bebida, qualquer uma iria saciar, não importaria se fosse boa ou ruim, o empecilho foi quando mostrou o dinheiro ao atendente quando passava o produto.
- Só o senhor tem em espécie, deve ser um iluminado. Comentou o caixa.
Essas palavras estavam vindo à tona com uma intensidade enorme nos últimos dias, era o mendigo, agora o trabalhador, alguns que observaram tentaram compreender, alguns pensaram em perguntar e o seguir, mas já estava longe, abrindo o whisky e viro diretamente a garrafa a boca.
Consumia drogas a arma mortal que satanás havia criado, ou sub existido para acorrentar a alma das pessoas, chegou em seu apartamento meio tonto, cambaleando, pensando:
- Espera que meus amigos estejam bens.
Já poderia ser tratado como amizade o vínculo com que os quatros se estabeleciam.
No apartamento de Hariel todos estavam impacientes e eufóricos, sentiam que seus sentimentos estavam anormais e isso o preocupavam.
- Vontade de beber uma cerveja geladíssima. Comentou Paulo.
- Ah, também queria, com essa crise financeira, dinheiro sumir da praça, evaporar, fico perguntando se a sociedade sofrerá outra amnésia.
Estranhamente Amanda ao ouvir essas duas afirmações, começou a procurar nos armários da casa, alguma espécie de fuga, uma arma satânica, como ao álcool, encontrou vodcas e somente pelas embalagens percebia que eram caros.
- Pessoal, será que Hariel, irá se incomodarmos se bebermos? Concluiu Amanda.
- Levando em consideração o armagedon e que estamos sem um tostão no bolso, acredito que de forma nenhuma, não se fosse em minha casa. Paulo falou isso tentando lembrar qual era a técnica psicológica e estava tentando empregar.
Persuasão, ao menos queria coagir o próximo, para se abstrair da realidade, todos ali estavam tentando de alguma maneira se abstrair.
Leila por sua vez, sentia algumas lembranças retornando, ela estava a par da situação, lembrou de uma melodia que se ouvia, até ficar forte, - Meu Deus, só ele pode me explicar. Já sabia onde encontrar Bernardo, Hariel, não fazia mais importância, estava em seu ateliê, se refugiando, chegando as suas conclusões, ou descansando para uma longa batalha.
“[...] Desconheço o motivo e razão, mas as sombras estão a me devorar nunca senti tantas energias negativas em um porre etílico, terceira vez que faço vomito, sabendo que nunca enjoei do álcool, realmente existe algo de incoerente no mundo, eu poderia afirmar, mas Deus teria que afirmar, se os portais dos infernos foram abertos, pior que fora permitido, vislumbrei, visualizei, eles bem próximo, uma horda, três demônios já esquecido no passado voltaram a matéria, vejo o despertar de um, onde se confunde com teorias conspiratórias de uma arma climática, juntamente com o controle mental da população, não teríamos direito a abstração? Temos que ficarmos sóbrios e alimentar o espírito contemplando o celestial, - alguns afirmam que a ebriedade levam ao plano espiritual, com outros princípios ativo, mas a abstração, sempre nos separou do concreto e a mesma abstração que sentimos é cuja qual materializamos, muitos falam sobre a lei da ação, e o tempo de espera para ocasionar, hoje sinto atraído pelo universo de uma forma, ao qual não sou capaz de explicar, sempre desejei uma mulher apta a compreender mesmo que sutilmente meus pensamentos[...]”
Leila que possuía as chaves do ateliê indo ao encontro o abraçando.
- O Álcool não irá te dar a paz que precisa nesse momento.
- Leila, meu amor, você conhece as forças que estou lhe dando?
- Sim, meu anjo, forças altamente malignas, mas Deus não quer que elas sejam eterna. Falou Leia.
- Mas do que nunca tu tens que enfrentar sobriamente essa batalha. Completou.
- E se essa não for a resposta e se eu desistir.
Em nenhum momento ele havia pensar em desistir até agora, se sentiu fraca.
Leila deu um tapa na cara dele.
- Você não é esse fraco, a humanidade o mundo precisa de você. Falou isso saindo.
Não antes de fazer boas apreciações.
- Que Deus te ajude nessa batalha.
- Realmente ela está certa, não sou esse fraco. Concluiu desmaiando alcoolizado.
Amanda olhava percebendo todos os movimentos da rua, pela sacada do apartamento, já não sabia dizer, não vira os monstros, não pessoalmente, em suas frentes, só vira através de uma projeção astral.
Ponderou entre o segundo copo de vodca com laranja.
- Percebo que está a surgir um monstro ao qual não temos conhecimento.
- Como assim? Fora a pergunta dos dois que a ouviram.
- Sabe, existe um controle na mente dos homens, uma frequência alinhando seus pensamentos, fazendo esquecer, sempre duvidei de magia. Bebeu mais um gole e prosseguiu.
- A palavra correta não é magia, tentarei encontrar posteriormente, mas essa força, está destruindo os pensamentos humanos. Continuava.
- Observe na televisão, todos afirmam estar sem dinheiro, mudança climática, música infernal. Prosseguia seu pensamento.
- Se no caso do dinheiro ele desapareceu somente da visão e não fisicamente, Hariel possuí dinheiro, existe dinheiro espalhado nesse apartamento, por qual causa nossa visão não fora ofuscada? Queria saber Amanda.
A Serpente já não estava no corpo daquele homem esguio, loiro, de porte atlético da jaqueta vermelha e calça e sapato de cores pretas.
A serpente faiscava eletricidade, eles haviam se retirado para uma sala em um dos templos satânicos.
- Ele em breve despertará, só dependerá de você.
O homem da jaqueta vermelha ouvia aquilo, atenciosamente.
Do outro lado o de fora, os monstros entediados com silêncio, escutou a ponderação de Medusa.
- Esse anfitrião é mal educado, nos convida para festa e se retira.
Annubis que conviveu mais tempo com ele, apesar de pouco quis falar, mas sua fome estava voltando, mas era fome por batalhas, gostaria de levar pessoas ao seu submundo, iria propor uma barganha de almas, para restabelecer seu reino morto, analisou novamente.
- Eis uma causa justa.
- Qual foi cachorrão. Quis saber Medusa.
- O que o anjo das trevas nos trará em troca, não fazendo jogos políticos ou sendo interesseiro, qual será o retorno dele, após nos despertamos, mesmo estando nós no limbo, no esquecimento total e sem devoção.
Montauro gostaria de falar, mas sentia a mesma necessidade de Annubis, muito provável ser a transmissão na psicoesfera, por fim redarguiu:
- Só quero estraçalhar alguns corpos, de titãs ou santos. Por último Montauro falou.
Nesse instante, retorna o anjo caído ao grupo, com a serpente sobre a extensão do seu braços direito, ambos uma eletricidade notável passava pelo corpo.
- Não sei se mencionei antes, caso acontecido, farei novamente, você já ouviram falar dos Estados Unidos da América e da Rússia, dois países com as maiores riquezas e potências mundiais, aos quais suas armas bélica reduziria para um décimo a população, iremos petrificar os chefes de estado. Falou olhando para Medusa.
- Aceita?
- Agora falou algo que dá tesão. Brincou Medusa.
Os outros dois observadores, concordaram com o plano, não pelo silêncio, talvez por falta de escolha.
- E esse monstro, eu sinto ele acordando, através da energia que meu corpo transmite, me sinto por ele ofuscado, ele seria um tipo de energia, ou uma matéria em comum para todas as matérias, uma espécie de energia que se encontra em todos os átomos, em todos os corpos, só que o mesmo possuí uma consciência e suas inclinações são maléficas. Concluiu por último Amanda, desvencilhado do copo, não querendo mais beber.
“[...] Sinto que a batalha irá começar, Deus permitiu a transmutação desses demônios para o plano terrestre, ele permitirá nossa vitória, erguemos a cabeça, somos uma aliança, antes de pisarmos na Terra, não gostaria de discutir o livre arbítrio, as escolhas, o destino tão escrito, que nos colocou unido, em um momento dito como insano por muito, os vídeos do monstro perseguindo, já silenciara em minha mente, hoje sinto uma dor corporal enorme, mas não é somente dor física, se seria estava bom por demais, sinto um presságio uma confusão mental, corrompendo todos elos sociais, uma confusão até mesmo nos guerreiros que nunca pensei que fosse liderar, eles não me escolheram, talvez Deus escolheram, eles vieram até meu encontro, irei sair honrado juntamente com ele, não que a humanidade seja marionete, mas se deixa se influenciar severamente pela mídia, pela política, pelo futebol, pelo esporte, pelo capital, pelo trabalho, hoje sinto que a conclusão e a razão do existir é o amor, o amor livre, sem possessões, porém como poderíamos ofertar esse amor [...]”
- Irei a batalha. Balbuciou
Um pensamento veio sua cabeça antes, criava um tigre selvagem, que só era doméstico, em uma enorme jaula em um sítio pelas redondezas.
- Com certeza vai dar tempo.
Ao longo do caminho percebia o frenesi que estava a sociedade, pessoas querendo compreender, abriu a carteira não por vaidade, mas apenas por tentar uma conclusão que ele captou na consciência, de uma pessoa que por ele conheceu a pouco tempo mas era muito estimada, Hariel era um forte telepata, conseguia discernir os viés que o vinha a mente e tentou.
- Senhor, Senhor, Toma aqui esse dinheiro. Falou para um Senhor que estava em uma esquina fumando.
- Dinheiro, você não sabe. Já iria terminar quando percebeu que ele tinha dinheiro.
- Que Deus te abençoe meu filho.
Chegou no sítio, não quis falar nem com o caseiro, sentiu estar praticando um gesto de mal educação, foi até a jaula, olhou para o tigre, olhou novamente, pensou antes de abrir a jaula:
- Se as armas e tudo criado pelos os homens não surgem efeito contra Satanás, que tal usarmos o que Deus deixou para gente, como a Mãe Natureza e as demais Deidades.
Soltou o animal, que foi ao seu encontro, desvinculou, seguiu a cidade.

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